27 setembro 2016

Folhetos para a Evangelização + Vídeos que inspiram

Paz do Senhor!

Concluímos a lição do terceiro trimestre de 2016. Nela aprendemos sobre a evangelização. Na penúltima aula, distribuímos um folheto para ajudá-las a transmitir a mensagem da salvação de uma forma concisa e eficiente. Seguem abaixo as imagens que poderão ser impressas em folhas de A4, reproduzidas por vocês de forma livre. Esse material é para uso na propagação do Reino de Deus. Quanto mais vocês divulgarem, melhor.

 


Este segundo panfleto eu consegui através do site Evangelismo Bíblico. Vocês podem entrar lá e usar os vários recursos disponibilizados para download. 




Aqui abaixo estão alguns vídeos excelentes. Assistam sempre que puderem. Com toda certeza, vocês serão edificadas. Sempre que evangelizo, procuro usar as estratégias apresentadas no vídeo e sempre funciona. 

Um abraço a todas e vamos evangelizar! Domingo tem campanha. Não percam a oportunidade de envolver-se nessa obra tão maravilhosa!

Deus abençoe!











26 setembro 2016

Documentario de Dr Martyn Lloyd Jones sobre George Whitefield

Paz do Senhor!

Aqui está o vídeo citado na última aula. Vejam e inspirem-se! Isso faz parte da nossa história.

Deus abençoe vocês.


27 agosto 2016

Livros Indispensáveis

Paz do Senhor!

Desculpem o atraso... Aqui estão os livros sugeridos para leitura na última aula sobre o evangelismo no mundo acadêmico e político.

Façam bom uso!

Deus abençoe a cada uma!

Clique na imagem para baixar:

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14 agosto 2016

LIÇÃO 7 - O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO

Paz do Senhor, queridas!!

Neste domingo (14/08), estaremos estudando a lição 7, que certamente será de muita valia para nossa classe, considerando que praticamente todas as alunas frequentam ambientes acadêmicos.
Para enriquecer nosso estudo, disponibilizamos aqui o subsídio da lição elaborado pela Superintendência das EBDs de nosso estado.
Que o Senhor nos ajude a sermos luz do mundo e sal da terra onde quer que estejamos!!

* * *


  Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais
Pastor Presidente: Aílton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 – Santo Amaro – Recife-PE / CEP. 50040 – 000  Fone: 3084 1524

LIÇÃO 07 – O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO
3º TRIMESTRE DE 2016 (Dn 2.24-28)

INTRODUÇÃO
            Nesta lição trataremos de alguns desafios específicos quando tentamos evangelizar universitários e pessoas que ocupam cargos políticos. Falaremos também de que é necessário anunciar o Evangelho de forma estratégica a fim de que a mensagem de Cristo possa alcançar o coração dos pecadores nestes lugares; e, por fim, destacaremos a pessoa do apóstolo Paulo como um missionário que cumpriu o seu chamado de evangelizar os povos, alcançando tanto leigos como intelectuais, tanto plebeus como reis e magistrados.

I - A UNIVERSIDADE E O MUNDO ACADÊMICO NA HISTÓRIA BÍBLICA
            Pode parecer sem sentido falar-se em universidade na Bíblia; mas, há referências que indicam a existência de pessoas que tinham estudos de “nível superior” para sua época, mesmo que não houvessem instituições formais de ensino universitário nos moldes que a conhecemos hoje. Vejamos alguns exemplos de personagens bíblicos que se destacaram em sua “vida universitária”:

1.1 Moisés. O líder do êxodo “foi instruído em toda a ciência dos egípcios, era poderoso em palavras e obras” (At 7.22). Certamente, Moisés tinha obtido instrução de nível superior no Egito, e segundo Filo, historiador judeu do 1º século, citado por Norman (2005, Vol 3, p.149), “Ele conhecia (...) as ciências como astronomia, medicina, matemática, filosofia religiosa(...)”  “(...) acrescendo-se ainda a aritmética, geometria, todo ramo de música, os hieróglifos, e os idiomas assírio e o caldeu”. Moisés era um homem erudito, tendo a qualificação necessária para ocupar o trono egípcio, como “filho da filha de Faraó” (Hb 11.24).

1.2 Os jovens hebreus. Daniel e seus três companheiros exilados em Babilônia, foram escolhidos não só por serem das famílias reais e nobres hebraicas, mas por possuírem qualificações acadêmicas “(...) instruídos em toda sabedoria, doutos em ciências, versados no conhecimento e que fossem competentes para assistirem no palácio do rei(...)” Dn 1.4,.  Daniel também possuía habilidades político-administrativas, foi estadista durante o governo de Nabucodonosor (Dn 2.48,49), Belsazar (Dn 5.29) Dario, o medo, e Ciro, o persa (Dn 6.28). Após passarem pela prova de sua fé, não se contaminando com o manjar do rei, os moços hebreus receberam de Deus qualificações espirituais “conhecimento e inteligência em toda a cultura e sabedoria, mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos” (Dn 1.17). Daniel e seus três amigos foram reeducados cientificamente na língua e na cultura dos caldeus (Dn 1.4), nos textos cuneiformes em acádio, uma vasta gama de resumos sobre religião, magia, astrologia e ciências, além de falarem e escreverem em aramaico. E mesmo assim, tiveram uma vida e uma carreira acadêmica de testemunho.

1.3 Jesus entre os doutores de Israel. O adolescente Jesus, aos 12 anos de idade, teve a oportunidade singular de, com a sabedoria divina, confundir os doutores e sábios de Israel (Lc 2.46-47). Os doutores de Israel eram, sem dúvida, pessoas de nível “universitário” para a sua época. O menino Jesus os sobrepujou em tudo, pois crescia “em sabedoria, em estatura e em graça para com Deus e os homens” (Lc 2.52).

1.4 O apóstolo Paulo. Devemos, também, considerar a ascendência “universitária” judaica de Paulo (Fp 3.5). Na escola da sinagoga o menino começava a ler as Escrituras com apenas cinco anos de idade, aos dez anos, estudou a Mishna com suas interpretações emaranhadas da Lei. Assim, ele se aprofundou na história, nos costumes, nas Escrituras e na língua do seu povo (falava hebraico, grego, aramaico e latim). Passou em Jerusalém sua juventude “aos pés de Gamaliel”, onde foi instruído “segundo a exatidão da lei...” (At 22.3; 26.4). Gamaliel era neto de Hillel, um dos maiores rabinos judeus. Segundo a profecia de Atos 9.15 o público para quem Paulo foi enviado incluía as autoridades políticas “[...] para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis [...]”.

II – PAULO, UMA TESTEMUNHA DE CRISTO NO MUNDO POLÍTICO E ACADÊMICO
            Embora servos de Deus como: José e Daniel deram testemunho da sua fé em Deus diante dos governantes (Gn 41.16,25,28,32; Dn 2.27,28,37,44,45; 4.27; 5.22,23), destacaremos aqui a vida do apóstolo Paulo. Mesmo sem dispor de Rádio, Televisão, Internet e meios de transportes modernos, ele pôde ganhar milhares de vidas para Cristo. Segundo a profecia de Atos 9.15 o público para quem Paulo era um público vasto, que incluía as autoridades políticas “[...] para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis [...]”. Este nobre servo do Senhor foi um missionário exemplar, levando a mensagem aos que estavam no mundo acadêmico e político, como podemos ver abaixo:

2.1 No mundo político. O registro de Atos nos mostra Paulo pregando para o procônsul Sérgio Paulo, em sua primeira viagem missionária (At 13.1-3,7). Aquela autoridade ao ouvir a mensagem do evangelho creu no Senhor (At 13.12). Em Cesaréia Paulo também testemunhou de Cristo as autoridades políticas (At 26.1-32). Ele fora para lá para ser julgado, visto que as autoridades judaicas queriam a sua morte (At 25.14,24; 26.21). Quando trazido a presença dos magistrados, o apóstolo foi autorizado a dar o seu depoimento (At 26.1). Aproveitando a oportunidade o servo do Senhor, testemunhou da sua fé da seguinte forma:  (a) Paulo falou educadamente (At 26.1-3); (b) Paulo relatou a sua transformação, por meio do evangelho (At 26.4-12); (c) Descreveu sua experiência com Jesus no caminho de Damasco (At 26.13-19); e, (d) Pregou o evangelho a todos os presentes (At 26.20-32).

2.2 No mundo acadêmico – Paulo em Atenas (Atos 17). A cerca de Atenas nos diz Beacon (2006, p. 340)  “Atenas foi o maior centro de cultura e educação da antiguidade. A escultura, a literatura e a oratória de Atenas, nos séculos V e IV a.C., nunca foram ultrapassadas; também na filosofia ela ocupava um lugar de liderança, sendo a terra natal de Sócrates e de Platão, e o lar adotivo de Aristóteles, Epicuro e Zeno. Assim como Roma, Atenas ainda é uma das grandes capitais do mundo”. Lucas, nos registra qual a reação de Paulo diante desta importante cidade da Grécia: (a) Paulo viu a sua idolatria (At 17.16-b); (b) Paulo se comoveu por tal situação de ignorância (At 17.16-a); (c) Paulo pregou o evangelho (At 17.17,18). Em sua pregação Paulo se dirige aos judeus na sinagoga e na praça com os gentios (At 17.17). Quando levado ao Areópago, Paulo prega para dois grupos de filósofos chamados de epicureus e estóicos, sobre a revelação de Deus (At 17.30,31).

III – COMO PREGAR NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO
            A Bíblia não somente orienta-nos a pregar o evangelho como também nos ensina a forma como devemos pregar. É preciso usar estratégias a fim de que a preciosa mensagem de Cristo alcance os corações dos ouvintes. Vejamos algumas formas com as quais podemos anunciar o evangelho nos ambientes acadêmico e político:

3.1 Ter consciência que há uma estratégia especifica para alcançar cada segmento social. Paulo nos diz “Porque, sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos para ganhar ainda mais. E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei. Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei. Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele (1Co 9.19-23).

3.2 Com a própria vida (1Pe 3.1). Nenhum testemunho acerca de Cristo é tão impactante na evangelização quanto o testemunho pessoal (Mt 5.13-16). Pedro nos ensina que a melhor defesa não é uma argumentação veemente, mas um bom procedimento em Cristo, o testemunho silencioso de uma vida santa centrada no Senhor Jesus (1Pe 1.14-16; 2.12). Pois, de nada adiantará pregarmos a mensagem de Cristo senão reproduzirmos no dia a dia, os traços do seu caráter em nosso comportamento (Tt 3.8; Tg 2.12; 1Jo 2.6). Os universitários cristãos devem produzir frutos dignos de um salvo, como também aqueles que estão assumindo cargos públicos a fim de que o Nome do Senhor seja glorificado (Mt 5.16; 1Co 10.31;  1Pe 3.15).

3.3 Com respeito e mansidão (Tt 3.2; 1Pe 3.15). Isso implica em respeito as autoridades, professores, políticos, etc. Jesus sabia lidar com as pessoas (Jo 4.6-10). O apóstolo Pedro nos recomenda agir da mesma forma, quando as pessoas perguntarem o motivo da nossa crença “[…] e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”.

3.4 Com sabedoria (Cl 4.5). Além de mansidão e respeito, precisamos ter sabedoria para comunicar o evangelho de Cristo. “O termo grego para ‘sabedoria’ é ‘sophia’ e significa: “habilidade nas questões da vida”, “sabedoria prática”, “administração sábia e sensata” ou “uso correto do conhecimento” (Lc 21.15; At 6.3; 7.10; Cl 1.28; 3.16; 4.5)” (STAMPS, 1995, p. 1926). Esta encontra-se a disposição daquele que busca em oração (Ef 1.17; Tg 1.5). O apóstolo Tiago diz que a sabedoria divina é “[…] primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia” (Tg 3.17). Jesus prometeu aos seus seguidores que lhes daria sabedoria para responder acerca da sua fé, quando fossem questionados (Mt 10.17-20).

3.5 Com Equilíbrio (2Tm 4.5). Paulo recomenda a Timóteo “(...) Sê Sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério”. É preciso equilíbrio para que no testemunho verbal, possamos esperar o momento certo, para trazermos a palavra certa, e assim, produzir o efeito desejado (Pv 25.11; Ef. 4.29); Ser equilibrado é ter a maturidade cristã necessária para esse tipo de evangelismo específico.

3.6 Com Humildade (Jo 13; Fl 2.3). A humildade é a atitude fundamental na vida do cristão, pois ela demonstra como vivenciamos nossa fé e a testemunhamos em meio a sociedade. Jesus foi o nosso maior exemplo de humildade (Mt 11.28-30; Jo 13; Fl 2.6-8); Pedro nos recomenda humildade (1Pd 5.5), a Igreja primitiva servia ao Senhor com simplicidade e singeleza de coração (At. 2.46). A humildade nos leva a reconhecer os outros superiores a nós mesmos (Fp 2.3) e a reconhecer nossa pequenez diante de Deus (Jó 42.2; Rm 15.18,19; 2Co 3.5; 4.7).

3.7 Com Oração e Jejum (Dn 6.10; 9.4; 10.2,3; 1Ts 5.17; 1Tm 2.1,2; Mt 6.16,17; 17.31; Mc 14.38;  Lc 5.33-35). Toda obra evangelística requer uma preparação espiritual, portanto Orar e Jejuar é atividade primordial para alcançarmos qualquer vida sem Cristo. Pois travamos uma batalha espiritual diária contra as forças das trevas (Ef. 6.12; 1 Pe 5.8), por isso precisamos estar preparados (Ef. 6.10,11,13-18; 1Pd 5.9).

3.8 Na dependência do Espírito e no poder de Deus (Jo 16.13; 1Co 2.4,5; 2Co 3.5; Ef. 5.18; 6.19,20). O apóstolo Paulo não procura fazer uso de seu conhecimento filosófico para ganhar os coríntios que eram influenciados pela filosofia grega, antes, Na dependência do Espírito, procurava apresentar a Cristo no poder do Espírito Santo, pois Cristo é o Poder de Deus e Sabedoria de Deus (1Co 1.24).

CONCLUSÃO 
            Sem sombra de dúvidas, a evangelização é uma tarefa desafiadora. Ainda mais quando se trata de testemunhar de Cristo no mundo acadêmico e político. Faz-se necessário que nós cristãos saibamos de forma prudente comunicar as Boas Novas de salvação da forma correta, mostrando aos acadêmicos e aos políticos que, ser cristão não é cometer suicídio intelectual; que fé e a razão são convergentes, não excludentes.

REFERÊNCIAS
·       EARLE, Ralph. Comentário Bíblico Beacon. Vol 07. CPAD.
 

04 agosto 2016

Vídeo: Israel o islã e o armagedom - Dave Hunt

Aqui está o vídeo citado na última aula. Assistam! 

Aqui está um resumo do documentário:

Em 1947 a Organização das Nações Unidas (ONU) adotou a sua resolução 181, criando o Estado de Israel na Palestina, dando aos judeus apenas 18% do território que sempre lhes pertencera por direito, e os outros 82% foi destinado aos árabes. Isto pode parecer pouco e injusto, mas para os judeus, que sofriam com o antissemitismo em todo mundo, isso era um presente sem par. Mas os árabes (nãos os palestinos em si, e sim todas as demais nações árabes) se recusaram e requereram todo o território palestino para si. Desta maneira iniciou-se o conflito árabe-israelense no Oriente Médio. 

No entanto, a mídia e as grandes nações procuram não desagradar nem contrariar as comunidades árabes porque estes povos dominam o mercado de petróleo mundial. 
Veja, no presente documentário, temas correlatos à velha disputa árabe-israelense; o cumprimento das profecias para o estabelecimento do Estado de Israel; o aumento do antissemitismo em todo o mundo e as profecias a respeito da Segunda Vinda do Messias.

Com mais de 3000 anos de história, Jerusalém é mencionada aproximadamente 800 vezes na Bíblia. As profecias indicam seu papel de destaque no destino do mundo. Muitas delas já se realizaram, enquanto outras estão para se cumprir.

Este Documentário mostra:

• como o processo de paz está repleto de perigos
• porque é impossível que Jerusalém conheça a verdadeira paz em nossa era
• como o Anticristo vai liderar os exércitos do mundo para destruir Israel
• quais são as verdadeiras intenções do Vaticano
• o que é o mito palestino

Além de apresentar um amplo panorama bíblico a respeito das questões do Oriente Médio, Dave Hunt rebate a desinformação e propaganda divulgada por grande parte da mídia mundial.



Lição: O Desafio da Evangelização | Terceiro trimestre 2016

Paz do Senhor!

Retomaremos as atividades no blog. Estamos estudando a lição bíblica cujo tema é "O Desafio da Evangelização". Nela, aprenderemos a obedecer o ide do Senhor Jesus, que é levar as Boas-novas a toda criatura.

Esteja conosco. Deus sempre tem uma palavra para nós.

Deus abençoe a cada uma!


09 maio 2016

Parabéns, Cristhiane!



Hoje é o aniversário da nossa professora!

Como sempre, é uma enorme alegria poder neste dia agradecer a Deus por sua vida, Cristhiane, pelo privilégio que temos em poder ouvi-la todos os domingos. Sabemos que o Senhor a tem preparado para este ministério do ensino da Palavra e sua vida de dedicação a Deus tem influenciado inúmeras outras vidas que passam por nossa classe.

O desejo de todas nós é poder eternizar esses 18 a 23 anos e assim poder usufruir de toda essa sabedoria divina concedida a você. Somos mais do que felizes por termos uma pessoa que não somente ensina a Palavra de Deus, mas também vive o que ensina desde sua mais tenra idade. Todos os que lhe conhecem, os de perto e os de longe, são testemunhas disso.

Por isso, nossa oração é para que o Senhor guarde essa vida debaixo do Seu sangue, dê livramentos, conceda-lhe paz e mais sabedoria para transmitir a todos as verdades eternas. E "aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo" (Filipenses 1:6).

Um grande abraço!

Nós lhe amamos!


Classe 40.




09 janeiro 2016

Os 7 sinais do retorno de Cristo | Filme




Aqui está um documentário para assistir antes da aula. 
Amanhã nos encontraremos!

Boa noite!

Deus abençoe vocês!




03 janeiro 2016

FELIZ 2016!!



Paz do Senhor, queridas!

Pela graça de Deus, chegamos ao início de um novo ano, agradecendo primeiramente ao nosso Amado Pai Celestial por tudo o que Ele nos permitiu viver e aprender em 2015, e crendo que Ele há de estar conosco ao longo de 2016. Desejamos a todas um novo ano repleto de realizações pessoais e de muito crescimento espiritual!
Louvamos ao Senhor pelas lições edificantes que pudemos estar no último trimestre sobre o Começo de todas as coisas, baseadas em Gênesis, e por cada uma das queridas alunas que participaram regularmente durante todo o ano.
Hoje demos início ao estudo de um novo tema: O final de todas as coisas: esperança e glória para os salvos, que abordará a doutrina da Escatologia (estudo das últimas coisas). Certamente este é um assunto de grande interesse para todos os crentes salvos em Cristo Jesus, que aguardam a iminente volta do nosso Amado Salvador. 
Contamos com a presença de todas neste novo trimestre, e aproveitamos para dar as boas vindas às novas alunas que a partir deste ano estarão conosco!
Um beijão a todas e até domingo, se Deus permitir!

 

13 outubro 2015

[Vídeo] Resumo do Livro de Gênesis

Paz do Senhor, meninas!

 Depois de um longo silêncio, aqui estamos nós! Neste último trimestre de 2015, estudaremos o livro do Gênesis. Tentaremos atualizar o blog para que nossas aulas sejam mais ricas.

Para início de conversa, deixaremos os dois vídeos mostrados na primeira aula. Os vídeos fazem parte de um projeto idealizado por TIM MACKIE, JONATHAN COLLINS e GERRY Breshears. Eles criam vídeos e recursos grátis que exploram a narrativa da Bíblia. Vale a pena entrar no site e conferir o lindo trabalho que esta equipe desenvolve para o avanço do Reino de Deus. O site está aqui: jointhebibleproject.com.

O dois primeiros vídeos são um resumo do livro de Genesis e estão logo abaixo.

Bom proveito! Deus abençoe cada uma!

Cristhiane e Adna




16 junho 2015

A Ceia do Senhor | M. Lloyd-Jones


A Última Ceia - Leonardo Da Vinci / 1448-1449

Assim., pois, a Ceia do Senhor nos é memorial que em e através de nosso Senhor Jesus Cristo, Deus fez com os crentes um novo pacto. Cristo é o mediador do novo pacto. Ele é o cabeça e representante da humanidade nesse novo acordo, nesse novo è maravilhoso pacto que Deus fez com os homens e as mulheres. Em Hebreus, capítulo 8, deparamos com esse notável contraste entre os dois pactos, e é muito interessante notá-los.

"Porque repreendendo-os, diz: eis que virão dias, diz o Senhor, em que estabelecerei com a casa de Israel e com a casa de Jüdá um novo pacto. Não segundo o pacto que fiz com seus pais no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; pois não permaneceram naquele meu pacto, e eu para eles não atentei, diz o Senhor. Ora, este é o pacto que farei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor; porei as minhas leis no seu entendi­mento, e em seu coração as escreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo; e não ensinará cada um ao seu concidadão, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até o maior. Porque serei misericordioso para com suas iniqüidades, e de seus pecados não me lembrarei mais" (Hebreus 8:8-12).


       E assim, toda vez que nos reunimos para celebrarmos a Ceia do Senhor, estamos declarando este novo pacto e o conteúdo do novo pacto do qual somos lembrados ali em Hebreus, capítulo 8. Vocês percebem quão tremenda coisa é reunir-se à mesa e tomar o pão e o vinho?


Mas ainda que João, capítulo 6, não seja uma referência à Ceia como tal, expressa-se uma verdade nos versículos 56 e 57 que certamente pode ser aplicada nesta altura. Nosso Senhor diz: "Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim". Ora, nosso Senhor mesmo continua a explicar que isso é apenas uma figura: "Mas, sabendo Jesus em si mesmo quemurmuravam disto os seus discípulos, disse-lhes: isto vos escandaliza? Que seria, pois, se vísseis subir o Filho do homem para onde primeiro estava? O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; às palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida" (vv. 61-63). De fato Ele está dizendo: "Vocês devem comer-Me. Devem comer Minha carne e beber Meu sangue. Isto é, devem viver em Mim. Como o Pai Me enviou, e Eu vivo pelo Pai, assim também Eu os estou enviando, e vocês devem viver por Mim." Essa era uma participação espiritual. Ele não diz que Se alimentava literalmente da substância de Seu Pai celestial, claro que não! E uma concepção espiritual: "(Minhas palavras) são espírito e são vida".



Portanto devemos viver do Senhor Jesus Cristo. Ele é nossa vida. E assim o pão e o vinho nos fazem lembrar dEle. Representam-nO, são uma figura, um retrato dEle. Quando realmente tomamos o pão e o comemos, quando bebemos o vinho e o absorvemos, devemos dizer: "Sim, eu devo alimentar-me do Senhor como Ele me disse. Devo viver dEle. Devo participar dEle. Como Ele participava do Pai, assim eu me alimentarei dEle,não num sentido físico, e sim, espiritual. O pão e o vinho me fazem lembrar que devo comer a carne e beber o sangue do Filho do homem num sentido espiritual, caso eu queira ser um cristão forte, viril e vitorioso".

Há algo mais que é representado pelo pão e pelo vinho, e é o seguinte: a união dos crentes uns com os outros. Estão todos eles não só unidos a Cristo; estão todos eles unidos uns aos outros. Ora, o apóstolo Paulo ensinou isso em 1 Coríntios, capítulo 10, em cujo capítulo devemos sempre prestar detida atenção. Escreve ele: "Porventura o cálice de bênção que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos, não é porventura a comunhão do corpo de Cristo?"A seguir, observem isto: "Embora muitos, somos um só pão, um só corpo; porque todos participamos de um mesmo pão" (1 Cor. 10:16, 17). Ora, vocês percebem o que Paulo está ensinando aí? Ele diz que, ao participarmos de Cristo, nos tornamos um; nos tornamos, se vocês preferirem, um só pão. Há quem diga que o versículo 17 deve ser traduzido assim: "Pois, sendo muitos, somos uma só massa" - não um só pão - "e um só corpo". Por isso, quando celebramos a Ceia e o pão é partido, somos lembrados a um e ao mesmo tempo das partes e do todo.


    O termo comunhão, portanto, representa não só nossa comunhão com o Senhor, mas também nossa comunhão uns com os outros. Somos jungidos com Ele porque estamos todos nEle, e essa é a razão por que, no capítulo 11, o apóstolo prossegue para nos dar o ensino que ele nos dá. Na verdade diz ele: "Vocês estão negando o próprio princípio da comunhão. Alguns de vocês estão comendo demais, enquanto outros não têm o suficiente para comer. Vocês são egoístas, são divididos, mas todos vocêsdevem ser um só. Devem esperar uns pelos outros". "Acaso nãopercebem", pergunta o apóstolo, "que estão negando uma das coisas centrais ensinadas pela Ceia do Senhor - que vocês são todos um? Devem levar as cargas uns dos outros, devem compartilhar uns com os outros o que possuem, porque são todos partes da mesma massa, do mesmo pão. E é inútil dizerem que têm comunhão com Ele se não estão em comunhão uns com os outros." Paulo fala acerca das divisões e das heresias, e os condena porque contradizem tudo o que é representado pela Ceia do Senhor.  


(Interessante notar que Jesus entrega o "bocado molhado" a Judas e manda que ele faça o que havia planejado antes de servir a ceia. Isso reforça que esse é um momento de comunhão. Jesus espera que o traidor saia para só então celebrar a páscoa com seus verdadeiro discípulos. "Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice." 1 Coríntios 11:28). 

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